Adenoamigdalectomia
- Infecções constantes (cerca de cinco vezes no mesmo ano ou três vezes em anos seguidos), mesmo diante de tratamentos com antibióticos (amigdalites resistentes aos antibióticos);
- Amigdalite caseosa (mau hálito);
- Dificuldade para respirar pelo nariz em razão do aumento da adenoide;
- Respiração bucal sem melhora com tratamento;
- Apneia do sono;
- Febre;
- Abscesso.
Cirurgia de adenoamigdalectomia
A remoção das amígdalas e adenóides também podem ser realizadas de forma independente, amigdalectomia e adenoidectomia, respectivamente. Porém, dependendo do caso, é indicada a remoção de ambas, o que ocorre na mesma cirurgia.
A adenoamigdalectomia é realizada com mais frequência em crianças com mais de dois anos e raramente em pacientes em idade adulta.
O procedimento cirúrgico é feito pela boca e sempre com o paciente sob efeito de anestesia geral. Dura, em média, 45 minutos e a alta é dada, normalmente, no mesmo dia após os efeitos da anestesia terem passado.
Orientações para a cirurgia
Antes da cirurgia o médico deverá solicitar a realização de alguns exames pré-operatórios, uma avaliação cardiológica e hemograma completo.
No pós-operatório, é recomendado ter uma dieta líquida-pastosa (gelada ou fria) nos primeiros três dias. A partir do quarto dia pode começar a ter uma alimentação pastosa morna. E, somente do sétimo dia em diante alimentação volta ao normal.
Recomenda-se, também, ingerir um pouco de líquido a cada hora e fazer repouso de uma a duas semanas.
Algumas reações podem ocorrer após a adenoamigdalectomia. Elas são comuns, mas merecem a sua atenção:
- Dor no ouvido;
- Febre baixa nos três primeiros dias;
- Roncos e obstrução nasal;
- Sangramento pequeno;
- Vômito de sangue coagulado ou escuro nas primeiras 24 horas;
- Tom de voz anasalado;
- Placa branca de cicatrização no local onde estavam as amígdalas (não é infecção);
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