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	<title>Informativo &#8211; Centro Otorrino BH</title>
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	<lastBuildDate>Wed, 12 Mar 2025 17:30:42 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Adaptação ao aparelho auditivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Higa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[Para muitas pessoas com perda auditiva, a decisão de começar a usar um aparelho auditivo representa uma mudança significativa na qualidade de vida. No entanto, a adaptação ao uso desse dispositivo pode apresentar alguns desafios no início. É comum que o som pareça diferente, que você sinta uma certa estranheza ou até desconforto nos primeiros&#8230;]]></description>
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<p>Para muitas pessoas com perda auditiva, a decisão de começar a usar um aparelho auditivo representa uma mudança significativa na qualidade de vida. No entanto, a adaptação ao uso desse dispositivo pode apresentar alguns desafios no início. É comum que o som pareça diferente, que você sinta uma certa estranheza ou até desconforto nos primeiros dias. A boa notícia é que, com paciência e algumas estratégias simples, o processo de adaptação pode ser muito mais tranquilo.</p>



<p>Neste artigo, reunimos dicas importantes para ajudar você a se acostumar ao seu aparelho auditivo e aproveitar ao máximo os benefícios que ele oferece.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Comece aos poucos</strong></h3>



<p>Nos primeiros dias, é importante permitir que seus ouvidos e cérebro se acostumem gradualmente ao novo som amplificado. Tente usar o aparelho auditivo por algumas horas em ambientes calmos e aumente o tempo de uso progressivamente. Isso ajuda a evitar a sobrecarga auditiva e a sensação de desconforto que pode surgir com o uso prolongado logo no início.</p>



<ul>
<li><strong>Dica prática</strong>: Use o aparelho auditivo em casa, onde você pode controlar os níveis de som, antes de testá-lo em ambientes mais desafiadores, como em ruas movimentadas ou locais públicos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Dê tempo ao seu cérebro para se ajustar</strong></h3>



<p>Quando você começa a usar um aparelho auditivo, seu cérebro recebe uma quantidade de informações sonoras à qual não está acostumado, especialmente sons ambientes que podem ter sido perdidos ao longo do tempo. Por isso, o som pode parecer estranho ou até mais alto do que o normal. Isso é esperado, e seu cérebro precisa de tempo para se ajustar a esses novos estímulos auditivos.</p>



<ul>
<li><strong>Dica prática</strong>: Permita que o tempo de adaptação ocorra naturalmente. Pode levar algumas semanas ou até meses para que o seu cérebro se ajuste totalmente, mas com o uso regular do aparelho, isso se tornará mais confortável.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Aprenda a ajustar o volume</strong></h3>



<p>Embora seja tentador aumentar o volume ao máximo, isso pode não ser necessário e pode até causar desconforto. A maioria dos aparelhos auditivos modernos ajusta automaticamente o volume com base no ambiente. No entanto, se o seu dispositivo tiver controle manual de volume, aprenda a usá-lo corretamente para evitar a amplificação excessiva.</p>



<ul>
<li><strong>Dica prática</strong>: Peça ao seu fonoaudiólogo para orientá-lo sobre como ajustar o volume do aparelho auditivo. Eles podem programar o dispositivo de acordo com suas necessidades específicas, evitando o risco de exagerar na amplificação.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Pratique a escuta em diferentes ambientes</strong></h3>



<p>Após se sentir mais confortável com o uso do aparelho auditivo em casa, comece a testá-lo em ambientes diferentes, como parques, restaurantes ou locais com muitas pessoas. Isso ajudará seu cérebro a se ajustar a sons diversos e a distinguir ruídos de fundo das conversas ao seu redor.</p>



<ul>
<li><strong>Dica prática</strong>: Ao frequentar ambientes barulhentos, procure se posicionar em locais estratégicos, como longe de fontes de ruído (ventiladores ou alto-falantes), e prefira sentar-se de frente para a pessoa com quem está conversando.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Cuide da manutenção do aparelho auditivo</strong></h3>



<p>Um aparelho auditivo bem cuidado pode fazer toda a diferença na sua experiência de adaptação. A limpeza diária e a troca regular de pilhas ou a recarga adequada da bateria são essenciais para garantir que o dispositivo funcione perfeitamente e ofereça a melhor qualidade de som possível.</p>



<ul>
<li><strong>Dica prática</strong>: Siga as orientações do fabricante e do fonoaudiólogo para limpar e armazenar corretamente seu aparelho auditivo. Manter a manutenção em dia também ajuda a evitar problemas técnicos que possam atrapalhar sua adaptação.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>6. Seja paciente consigo mesmo</strong></h3>



<p>O processo de adaptação ao aparelho auditivo pode variar de pessoa para pessoa. Enquanto alguns usuários se ajustam rapidamente, outros podem levar um pouco mais de tempo. É importante lembrar que a paciência é fundamental. Não se apresse e não desista nos primeiros dias de desconforto ou estranhamento.</p>



<ul>
<li><strong>Dica prática</strong>: Mantenha um diário de sua experiência com o aparelho auditivo. Anote os momentos em que você teve dificuldades e compartilhe essas informações com seu fonoaudiólogo durante as consultas de acompanhamento. Isso ajudará a fazer ajustes finos e melhorar sua experiência.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>7. Faça check-ups regulares com seu fonoaudiólogo</strong></h3>



<p>O acompanhamento regular com seu fonoaudiólogo é crucial para garantir que o aparelho auditivo esteja funcionando de acordo com suas necessidades. À medida que seu cérebro se adapta e você se torna mais experiente no uso do aparelho, ajustes finos podem ser necessários para melhorar o desempenho do dispositivo.</p>



<ul>
<li><strong>Dica prática</strong>: Agende visitas periódicas com o seu fonoaudiólogo, principalmente nos primeiros meses de uso. Eles poderão ajustar a programação do aparelho para melhorar sua experiência auditiva e tirar qualquer dúvida que você tenha.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&nbsp;Conclusão</strong></h3>



<p>A adaptação ao aparelho auditivo é um processo gradual que requer paciência e prática. Ao seguir essas dicas, você poderá superar os desafios iniciais e se beneficiar plenamente do dispositivo, redescobrindo sons que há muito tempo você não ouvia. Lembre-se de que, com o tempo, o uso do aparelho auditivo se tornará algo natural e parte da sua rotina diária, permitindo que você aproveite a vida com mais clareza e confiança auditiva.</p>



<p>Se você tiver dúvidas ou estiver enfrentando dificuldades na adaptação, não hesite em procurar seu fonoaudiólogo para obter orientação personalizada. A adaptação pode levar tempo, mas os benefícios são duradouros e transformadores.</p>
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		<title>Cuidados com o aparelho auditivo: como limpar, manter e armazenar corretamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Higa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 17:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você usa um aparelho auditivo, sabe o quão essencial ele é para a sua qualidade de vida. Mas para garantir que o dispositivo continue funcionando da melhor maneira possível, é necessário adotar uma rotina de cuidados diários, incluindo limpeza, manutenção e armazenamento adequados. Seguir essas etapas não só prolonga a vida útil do aparelho,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você usa um aparelho auditivo, sabe o quão essencial ele é para a sua qualidade de vida. Mas para garantir que o dispositivo continue funcionando da melhor maneira possível, é necessário adotar uma rotina de cuidados diários, incluindo limpeza, manutenção e armazenamento adequados. Seguir essas etapas não só prolonga a vida útil do aparelho, como também evita problemas técnicos e melhora a sua performance auditiva.</p>



<p>Neste artigo, vamos explicar como cuidar corretamente do seu aparelho auditivo, abordando as melhores práticas para mantê-lo limpo, protegido e funcionando com máxima eficiência.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Como limpar o aparelho auditivo corretamente</strong></h3>



<p>A limpeza diária do aparelho auditivo é fundamental para garantir que ele funcione corretamente e para evitar o acúmulo de sujeira, cera e umidade. Veja como fazer isso:</p>



<ul>
<li><strong>Remova a cera de ouvido</strong>: A cera pode obstruir o microfone e os receptores do aparelho auditivo. Para evitar isso, use uma escova macia, geralmente fornecida pelo fabricante, para limpar delicadamente o dispositivo. Nunca insira objetos pontiagudos ou agressivos, pois isso pode danificar as partes internas do aparelho.<br></li>



<li><strong>Limpe o molde auricular</strong>: Se o seu aparelho possui um molde auricular, ele também precisa ser higienizado regularmente. Para isso, desconecte o molde do aparelho, lave-o com água morna e sabão neutro, e seque bem antes de conectá-lo novamente. Evite submergir o aparelho auditivo em água, pois ele pode não ser resistente à água.<br></li>



<li><strong>Use lenços secos e sem álcool</strong>: Utilize lenços específicos para aparelhos auditivos ou lenços secos e sem álcool para limpar a parte externa do dispositivo. O álcool pode corroer os componentes delicados e reduzir a durabilidade do aparelho.<br></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Manutenção preventiva do aparelho auditivo</strong></h3>



<p>Além da limpeza diária, é importante realizar manutenções regulares para garantir que o aparelho auditivo continue funcionando de maneira eficaz. Aqui estão algumas dicas de manutenção preventiva:</p>



<ul>
<li><strong>Substitua regularmente os filtros de cera</strong>: Esses pequenos filtros ajudam a proteger o dispositivo contra o acúmulo de cera. A substituição periódica evita bloqueios que podem comprometer a qualidade do som e até danificar o aparelho.<br></li>



<li><strong>Troque as pilhas ou recarregue a bateria</strong>: Se o seu aparelho auditivo utiliza pilhas descartáveis, fique atento aos sinais de bateria fraca, como ruídos estranhos ou volume reduzido. Mantenha um estoque de pilhas novas e troque-as quando necessário. Para aparelhos recarregáveis, siga as instruções do fabricante para manter a bateria em ótimo estado.<br></li>



<li><strong>Agende revisões periódicas com o fonoaudiólogo</strong>: Realizar uma revisão anual ou semestral com seu fonoaudiólogo é essencial. Ele pode verificar se o aparelho auditivo está funcionando corretamente, ajustar a programação de acordo com suas necessidades e realizar uma limpeza mais profunda, se necessário.<br></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Como armazenar corretamente o aparelho auditivo</strong></h3>



<p>O armazenamento adequado também é uma parte importante dos cuidados com o aparelho auditivo. Seguir algumas práticas simples pode evitar danos e preservar o funcionamento do dispositivo:</p>



<ul>
<li><strong>Guarde em um local seco e seguro</strong>: Evite deixar o aparelho auditivo em ambientes úmidos, como o banheiro, onde a exposição à água pode danificar os componentes internos. O ideal é armazená-lo em um recipiente seco, de preferência no estojo que o acompanha, longe de fontes de calor ou umidade.<br></li>



<li><strong>Use desumidificadores</strong>: Para prolongar a vida útil do aparelho auditivo, utilize desumidificadores específicos para esses dispositivos. Eles ajudam a remover a umidade acumulada durante o uso diário, especialmente em dias quentes ou úmidos.<br></li>



<li><strong>Desligue o aparelho quando não estiver em uso</strong>: Ao retirar o aparelho auditivo para dormir ou em momentos de descanso, certifique-se de desligá-lo. Isso ajuda a economizar bateria e evitar desgastes desnecessários.<br></li>



<li><strong>Mantenha fora do alcance de crianças e animais de estimação</strong>: Os aparelhos auditivos são pequenos e delicados, portanto, mantenha-os em locais seguros para evitar que sejam danificados ou ingeridos acidentalmente por crianças ou animais.<br></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p>Cuidar do seu aparelho auditivo envolve alguns passos simples, mas essenciais, como limpar, manter e armazenar o dispositivo adequadamente. Seguindo essas práticas, você garante que o seu aparelho continue funcionando com eficiência, proporcionando uma audição de qualidade por muito mais tempo.</p>



<p>Se tiver dúvidas sobre a limpeza ou manutenção do seu aparelho auditivo, consulte seu fonoaudiólogo. Ele pode fornecer orientações personalizadas para o seu modelo específico e ajudar você a cuidar ainda melhor do seu aparelho.</p>
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		<title>Qual o Aparelho Auditivo Ideal Para Você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Higa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[A perda auditiva pode ser um desafio, mas com a tecnologia avançada dos aparelhos auditivos, é possível recuperar a qualidade de vida e a capacidade de se comunicar de forma clara e eficiente. Mas, com tantas opções disponíveis no mercado, como escolher o aparelho ideal? Neste artigo, vamos explorar os diferentes tipos de aparelhos auditivos,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A perda auditiva pode ser um desafio, mas com a tecnologia avançada dos aparelhos auditivos, é possível recuperar a qualidade de vida e a capacidade de se comunicar de forma clara e eficiente. Mas, com tantas opções disponíveis no mercado, como escolher o aparelho ideal? Neste artigo, vamos explorar os diferentes tipos de aparelhos auditivos, suas características e indicações, para que você possa tomar a melhor decisão.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Os Principais Tipos de Aparelhos Auditivos</strong></h3>



<p>Existem diversos tipos de aparelhos auditivos, cada um com suas próprias características e indicações. Os mais comuns são:</p>



<ul>
<li><strong>Retroauriculares (BTE):</strong> São os mais tradicionais e versáteis. O aparelho fica localizado atrás da orelha, conectado a um molde personalizado que se encaixa no canal auditivo. São indicados para todos os graus de perda auditiva e oferecem alta potência.</li>



<li><strong>Receptor no Canal (RIC):</strong> Uma evolução dos retroauriculares, os RICs são mais discretos e oferecem um som mais natural. O receptor fica localizado dentro do canal auditivo, enquanto o restante do aparelho fica atrás da orelha.</li>



<li><strong>Intra-auriculares (ITE):</strong> Personalizados para se encaixar perfeitamente no ouvido, os ITEs são mais visíveis, mas oferecem um bom desempenho e são indicados para perdas auditivas leves a severas.</li>



<li><strong>Intra-canal (ITC):</strong> Menores que os ITEs, os ITC são parcialmente inseridos no canal auditivo, proporcionando maior discrição. São indicados para perdas auditivas leves a moderadas.</li>



<li><strong>Microcanal (CIC):</strong> Os CICs são os menores aparelhos auditivos disponíveis, quase invisíveis dentro do canal auditivo. São indicados para perdas auditivas leves a moderadas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Qual o Aparelho Ideal para Mim?</strong></h3>



<p>A escolha do aparelho auditivo ideal depende de diversos fatores, como:</p>



<ul>
<li><strong>Grau de perda auditiva:</strong> Aparelhos mais potentes são indicados para perdas auditivas mais severas.</li>



<li><strong>Estilo de vida:</strong> Se você pratica atividades físicas ou trabalha em ambientes ruidosos, um aparelho resistente e discreto pode ser mais adequado.</li>



<li><strong>Preferências pessoais:</strong> Considere o tamanho, a estética e os recursos adicionais que você deseja.</li>



<li><strong>Recomendação do audiologista:</strong> O profissional irá avaliar a sua perda auditiva e indicar o aparelho mais adequado para o seu caso.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fatores a Considerar ao Escolher um Aparelho Auditivo</strong></h3>



<p>Além do tipo de aparelho, outros fatores devem ser considerados:</p>



<ul>
<li><strong>Tecnologia:</strong> Os aparelhos auditivos digitais oferecem mais recursos e personalização do que os analógicos.</li>



<li><strong>Conectividade:</strong> Alguns modelos permitem conectar-se a outros dispositivos, como smartphones e televisores.</li>



<li><strong>Bateria:</strong> A vida útil da bateria varia de acordo com o modelo e o uso.</li>



<li><strong>Conforto:</strong> O aparelho deve ser confortável e fácil de usar.</li>



<li><strong>Custo:</strong> O preço dos aparelhos auditivos varia de acordo com a tecnologia e os recursos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios do Uso de Aparelhos Auditivos</strong></h3>



<p>Os aparelhos auditivos podem trazer diversos benefícios para a vida das pessoas com perda auditiva, como:</p>



<ul>
<li><strong>Melhora da comunicação:</strong> Facilita a compreensão da fala e a interação social.</li>



<li><strong>Aumento da autoestima:</strong> Permite uma maior participação em atividades sociais e profissionais.</li>



<li><strong>Redução do estresse e da ansiedade:</strong> Melhora a qualidade de vida e o bem-estar emocional.</li>



<li><strong>Prevenção de problemas cognitivos:</strong> A perda auditiva não tratada pode acelerar o declínio cognitivo.</li>
</ul>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>A escolha do aparelho auditivo ideal é um processo personalizado que deve ser feito em conjunto com um profissional da área. Ao considerar os diferentes tipos de aparelhos, suas características e suas necessidades individuais, você poderá encontrar a solução ideal para sua perda auditiva e melhorar significativamente sua qualidade de vida.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Silêncio que Fala: A Surdez e seus Impactos na Vida Cotidiana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Higa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 13:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[A surdez, seja ela congênita ou adquirida, impacta significativamente a vida das pessoas, afetando desde as relações sociais até a saúde mental. Neste artigo, exploraremos como a perda auditiva interfere em diversos aspectos da vida, desde a educação até o ambiente de trabalho. O Impacto Social da Surdez A comunicação é a base das relações&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A surdez, seja ela congênita ou adquirida, impacta significativamente a vida das pessoas, afetando desde as relações sociais até a saúde mental. Neste artigo, exploraremos como a perda auditiva interfere em diversos aspectos da vida, desde a educação até o ambiente de trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Impacto Social da Surdez</strong></h3>



<p>A comunicação é a base das relações sociais. A dificuldade em se comunicar de forma clara e fluida pode levar ao isolamento social, à baixa autoestima e à dificuldade em construir relacionamentos profundos. Pessoas com surdez podem se sentir excluídas de conversas e atividades em grupo, o que pode gerar sentimentos de solidão e frustração.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desafios na Educação</strong></h3>



<p>O aprendizado de uma língua oral é fundamental para o desenvolvimento cognitivo e social. Crianças surdas enfrentam desafios adicionais nesse processo, o que pode impactar diretamente seu desempenho escolar. A falta de acesso a recursos adequados e a profissionais especializados em educação de surdos agrava ainda mais essa situação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto no Mercado de Trabalho</strong></h3>



<p>A surdez pode ser um obstáculo para a inserção no mercado de trabalho. Muitas empresas não estão preparadas para receber pessoas com deficiência auditiva, o que limita as oportunidades de emprego. Além disso, a dificuldade em se comunicar no ambiente de trabalho pode gerar estresse e insegurança.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Saúde Mental e Bem-estar</strong></h3>



<p>A surdez está associada a um maior risco de desenvolver problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e isolamento social. A dificuldade em se comunicar e a sensação de exclusão podem levar a um impacto negativo na autoestima e na qualidade de vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como Superar os Desafios da Surdez?</strong></h3>



<p>Apesar dos desafios, é possível viver uma vida plena e feliz com surdez. Algumas estratégias podem ajudar a superar as dificuldades:</p>



<ul>
<li><strong>Aparelhos auditivos e implantes cocleares:</strong> Essas tecnologias podem melhorar significativamente a audição e facilitar a comunicação.</li>



<li><strong>Língua de sinais:</strong> Aprender a língua de sinais é fundamental para a inclusão social e o desenvolvimento pessoal.</li>



<li><strong>Apoio psicológico:</strong> A terapia pode ajudar a lidar com as questões emocionais relacionadas à surdez.</li>



<li><strong>Acessibilidade:</strong> É fundamental garantir a acessibilidade em todos os ambientes, como escolas, empresas e espaços públicos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Papel da Sociedade</strong></h3>



<p>A sociedade como um todo tem um papel importante a desempenhar na inclusão das pessoas com surdez. É preciso promover a conscientização sobre a surdez, oferecer recursos adequados e criar um ambiente mais inclusivo para todos.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>A surdez é uma condição que impacta diversos aspectos da vida. No entanto, com as ferramentas e o apoio adequados, é possível superar os desafios e viver uma vida plena e feliz. A inclusão das pessoas com surdez é um direito de todos e um dever de toda a sociedade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Audiometria: o que é, para que serve e quais os tipos de exame auditivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Paulo Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[audiometria]]></category>
		<category><![CDATA[centrodeotorrino]]></category>
		<category><![CDATA[exameauditivo]]></category>
		<category><![CDATA[tosse]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que a audiometria é um dos exames mais importantes para avaliar a saúde auditiva? Esse procedimento é capaz de detectar problemas como perda auditiva, zumbido, tontura e outros distúrbios que afetam a qualidade de vida das pessoas. Mas você sabe o que é a audiometria, para que serve e quais são os tipos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabia que a audiometria é um dos exames mais importantes para avaliar a saúde auditiva? Esse procedimento é capaz de detectar problemas como perda auditiva, zumbido, tontura e outros distúrbios que afetam a qualidade de vida das pessoas.</p>



<p>Mas você sabe o que é a audiometria, para que serve e quais são os tipos de exame auditivo que existem? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse assunto e como se preparar para realizar o teste. Confira!</p>



<p>O que é a audiometria?</p>



<p>A audiometria é um exame que mede a capacidade auditiva de uma pessoa, ou seja, a sua habilidade de ouvir e entender os sons. O teste é feito por um profissional especializado, chamado de audiologista, que utiliza um equipamento chamado de audiômetro.</p>



<p>O audiômetro emite sons de diferentes frequências (tons graves e agudos) e intensidades (sons mais fortes e mais fracos) para cada ouvido do paciente. O objetivo é verificar qual é o limiar auditivo da pessoa, ou seja, o nível mínimo de som que ela consegue perceber.</p>



<p>A audiometria também avalia a discriminação auditiva, que é a capacidade de reconhecer as palavras faladas. Para isso, o audiologista pede para o paciente repetir as palavras que ele escuta pelo fone de ouvido.</p>



<p>Para que serve a audiometria?</p>



<p>A audiometria serve para diagnosticar e prevenir diversos problemas auditivos, como:</p>



<ul>
<li>Perda auditiva: a redução da capacidade de ouvir os sons, que pode ser causada por fatores genéticos, infecções, traumas, exposição a ruídos excessivos, envelhecimento, entre outros.</li>



<li>Zumbido: a sensação de ouvir um som constante ou intermitente no ouvido, que pode ser provocada por alterações no sistema auditivo, circulatório, neurológico ou psicológico.</li>



<li>Tontura: a sensação de desequilíbrio ou vertigem, que pode estar relacionada a problemas no ouvido interno, no cérebro ou na coluna cervical.</li>



<li>Otite: a inflamação do ouvido médio, que pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos. A otite pode provocar dor, febre, secreção e diminuição da audição.</li>



<li>Otosclerose: o crescimento anormal de um osso do ouvido médio, chamado de estribo. A otosclerose pode causar perda auditiva progressiva e zumbido.</li>



<li>Doença de Ménière: uma alteração no líquido do ouvido interno, chamado de endolinfa. A doença de Ménière pode causar perda auditiva flutuante, zumbido, tontura e náusea.</li>
</ul>



<p>A audiometria também serve para acompanhar o tratamento e a evolução dos pacientes com problemas auditivos. Além disso, o exame pode ser solicitado para fins ocupacionais (para verificar se o trabalhador está apto para exercer uma função que exige audição) ou educacionais (para avaliar se o aluno tem dificuldades de aprendizagem relacionadas à audição).</p>



<p>Quais são os tipos de audiometria?</p>



<p>Existem dois tipos principais de audiometria: a tonal e a vocal.</p>



<ul>
<li>A audiometria tonal mede a sensibilidade auditiva para os sons puros (tons), que são emitidos pelo audiômetro. O paciente deve indicar quando escuta o som apertando um botão ou levantando a mão. O resultado é registrado em um gráfico chamado de audiograma, que mostra os limiares auditivos para cada frequência e cada ouvido.</li>



<li>A audiometria vocal mede a discriminação auditiva para as palavras faladas. O paciente deve repetir as palavras que escuta pelo fone de ouvido. O resultado é expresso em uma porcentagem que indica o índice de reconhecimento das palavras.</li>
</ul>



<p>Além desses dois tipos básicos, existem outros tipos de audiometria que podem ser realizados em casos específicos:</p>



<ul>
<li>A audiometria infantil é feita em crianças pequenas ou com dificuldades de comunicação. Nesse caso, o teste é adaptado para a idade e o desenvolvimento da criança, utilizando brinquedos, imagens ou jogos para estimular a resposta auditiva.</li>



<li>A audiometria de tronco cerebral é feita em pacientes que não conseguem colaborar com o teste convencional, como bebês, pessoas com deficiência intelectual ou em coma. Nesse caso, o teste é feito com eletrodos que captam a atividade elétrica do nervo auditivo e do tronco cerebral em resposta aos sons.</li>



<li>A audiometria de alta frequência é feita em pacientes que precisam avaliar a audição para sons acima de 8 kHz, que são os sons mais agudos. Esses sons são importantes para a percepção de detalhes sonoros, como o timbre das vozes e dos instrumentos musicais.</li>



<li>A audiometria comportamental é feita em pacientes que precisam avaliar a audição para sons complexos, como os sons da fala e do ambiente. Esse teste mede a capacidade de localizar, identificar e compreender os sons em diferentes situações.</li>
</ul>



<p>Como se preparar para a audiometria?</p>



<p>Para realizar a audiometria, é preciso seguir algumas recomendações:</p>



<ul>
<li>Evitar a exposição a ruídos intensos nas 24 horas que antecedem o exame, pois isso pode alterar temporariamente a audição.</li>



<li>Evitar o uso de medicamentos que possam interferir na audição, como anti-inflamatórios, antibióticos, diuréticos e analgésicos. Consulte o seu médico antes de suspender qualquer medicação.</li>



<li>Limpar os ouvidos com cuidado, sem usar cotonetes ou objetos pontiagudos, pois eles podem empurrar a cera para dentro do canal auditivo e dificultar o exame.</li>



<li>Levar os exames anteriores de audição, se houver, para comparar os resultados.</li>



<li>Informar ao audiologista sobre qualquer problema de saúde ou sintoma que possa estar relacionado à audição, como dor, secreção, zumbido ou tontura.</li>
</ul>



<p>O exame é indolor e não tem contraindicações. Ele dura cerca de 30 minutos e pode ser feito em qualquer idade.</p>



<p>Como entrar em contato para agendar uma audiometria?</p>



<p>Se você precisa realizar uma audiometria ou tem alguma dúvida sobre o exame, entre em contato conosco. Somos uma clínica especializada em saúde auditiva, com profissionais qualificados e equipamentos modernos.</p>



<p>Para agendar uma consulta ou um exame, basta clicar no botão do WhatsApp ou nos telefones que estão no nosso site. Estamos à disposição para atendê-lo e cuidar da sua audição. Não perca tempo e faça já o seu agendamento!</p>
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		<title>DOENÇAS TÍPICAS DO INVERNO</title>
		<link>https://centrodeotorrinobh.com.br/doencas-tipicas-do-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Medtarget Agência Marketing Médico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 10:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[dpenças inverno]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 21 de junho, começa, no Brasil, a estação mais fria e seca do ano: o inverno. Devido às baixas temperaturas, a imunidade do corpo é reduzida. A baixa umidade do ar (tempo seco) também causa o ressecamento das vias respiratórias, impedindo que elas barrem os poluentes atmosféricos que inalamos. Tudo isso facilita o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 21 de junho, começa, no Brasil, a estação mais fria e seca do ano: o inverno. Devido às baixas temperaturas, a imunidade do corpo é reduzida. A baixa umidade do ar (tempo seco) também causa o ressecamento das vias respiratórias, impedindo que elas barrem os poluentes atmosféricos que inalamos. Tudo isso facilita o surgimento de patologias típicas da época, causadas por bactérias, fungos e vírus. Além disso, há uma maior tendência em ficar em ambientes fechados, o que facilita a transmissão dessas doenças pelas vias respiratórias.</p>



<p>Confira as principais doenças típicas do inverno!</p>



<h2 class="wp-block-heading">GRIPES E RESFRIADOS</h2>



<p>Embora gripes e resfriados tenham sintomas semelhantes, é importante compreender as diferenças entre elas. Os resfriados são mais leves, durando de três a cinco dias. Entre os sintomas estão coriza, obstrução das vias respiratórias, febre, espirros e dor de garganta. Analgésicos e antitérmicos costumam dar conta do recado.</p>



<p>Já a gripe é causada pelo vírus Influenza. Além dos sintomas do resfriado, o paciente poderá ter febre alta, dores no corpo e fadiga. Nesse caso, quanto antes for feito o diagnóstico com um otorrino, melhores e mais rápidos serão os tratamentos. Tomar a vacina anual contra a gripe, além de evitar locais fechados e aglomerados são boas formas de prevenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">ALERGIAS</h2>



<p>Inúmeros elementos podem causar alergia em nosso organismo. Os alérgenos mais comuns são os pelos de animais, mofo, poeira e odores fortes. Nessa época do ano, locais fechados por muito tempo podem facilitar que esses elementos entrem em contato com a mucosa nasal. Como consequência, espirramos, sentimos coceiras e tossimos na tentativa de expelir esses elementos.</p>



<p>A melhor forma de prevenção é manter os ambientes sempre ventilados, o ar-condicionado limpo e evitar o contato com qualquer substância que seja capaz de desencadear essas crises.</p>



<p>Em caso de dúvidas quanto aos sintomas, consulte um otorrino para que ele possa realizar o correto diagnóstico e iniciar o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">AMIDALITE E OTITE</h2>



<p>Mudanças bruscas de temperatura podem causar amidalite. Essa é uma doença causada por vírus e bactérias que se alojam nas amídalas, causando dor de garganta ao engolir, mau hálito e febre. Uma vez diagnosticado o problema pelo otorrino, o tratamento, em geral, é feito com anti-inflamatórios ou antibióticos.</p>



<p>Outra doença comum no inverno e que tem origem na garganta é a otite. Nesse caso, vírus e bactérias infectam o local e migram para o ouvido, causando dor intensa e febre. As crianças são mais susceptíveis a contrair esse vírus e o tratamento requer antibióticos e analgésicos até que os sintomas desapareçam.</p>



<h2 class="wp-block-heading">ASMA E BRONQUITE</h2>



<p>Os pulmões também sofrem com a chegada do inverno. A inflamação das vias aéreas e dos pulmões, causada em especial pela poeira doméstica, pode provocar quadros de asma, especialmente em crianças. Chiados no peito, tosse e sensação de falta de ar são os principais sintomas.</p>



<p>O correto diagnóstico precisa ser feito por um otorrino, pois há similaridade de sintomas com a bronquite. Porém, neste caso, trata-se de uma inflamação dos brônquios que, acometidos, impedem a chegada do ar aos pulmões. Tosse seca com chiado e tosse com catarro são os principais sintomas relatados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">RINITE</h2>



<p>A rinite é causada pela irritação ou pela inflamação das mucosas nasais. Como consequência, sentimos coriza, coceiras e temos a sensação de nariz entupido. Infelizmente, esse é um dos problemas mais comuns no inverno e manter o ambiente limpo é a melhor maneira de preveni-la.</p>



<h2 class="wp-block-heading">SINUSITE</h2>



<p>A sinusite é a inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor do nariz, provocando sintomas como dor na região da face, secreção nasal e dor de cabeça. Normalmente, pessoas que já têm rinite alérgica têm maior tendência a desenvolver a sinusite no inverno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PNEUMONIA</h2>



<p>A pneumonia acontece quando a inflamação e a infecção das vias respiratórias atingem os pulmões, geralmente, causadas por bactérias, vírus ou, mais raramente, fungos. Os sintomas da pneumonia incluem tosse com catarro amarelo ou esverdeado, febre de cerca de 38ºC ou mais e calafrios. Se a infecção for ainda mais grave, pode causar também dificuldade para respirar e respiração ofegante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">MENINGITE</h2>



<p>A meningite é a infecção das membranas que envolvem o cérebro por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, e provoca sintomas que podem surgir de forma repentina, como febre alta, dor de cabeça forte, dores no corpo ou vômitos.</p>



<p>É mais comum em crianças, entretanto pode acontecer em adultos, transmitida por meio do contato com gotículas de saliva da pessoa contaminada, através da tosse, do espirro ou da fala.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O QUE FAZER EM CASO DE SANGRAMENTO NASAL</h2>



<p>O sangramento do nariz é outro problema comum no inverno. Isso acontece porque o nariz possui muitos vasos sanguíneos. Quando inalamos o ar mais frio, ocorre uma dilatação desses vasos para que o ar possa ser devidamente aquecido. Se o ar está muito seco, ele retira água da mucosa nasal para ser umidificado. Então, quando há a combinação de ar seco e frio, a mucosa fica ressecada, levando a microfissuras que podem sangrar. O que fazer em caso de sangramento nasal:</p>



<ul><li>Comprimir as narinas com os dedos por um tempo entre 10 e 15 minutos.</li><li>Abaixar a cabeça (evitando engolir ou aspirar sangue).</li><li>Compressa de gelo sobre o nariz.</li></ul>



<p>OBS: sangramentos recorrentes ou de grande intensidade requerem atendimento com um otorrino.</p>



<h2 class="wp-block-heading">COMO EVITAR O SANGRAMENTO NASAL</h2>



<ul><li>Evitar banhos e alimentos muito quentes.</li><li>Não se expor ao sol a partir das 10h.</li><li>Manter as narinas sempre hidratadas com soro fisiológico.</li><li>Manter o ambiente umidificado.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">COMO PREVENIR AS DOENÇAS TÍPICAS DO INVERNO</h2>



<ul><li>Evitar o acúmulo de poeira.</li><li>Manter as roupas de cama limpas.</li><li>Deixar a casa sempre arejada.</li><li>Lavar as mãos com água e sabão e passar álcool em gel.</li><li>Evitar lugares aglomerados e/ou fechados.</li><li>Quando tossir, cobrir a boca e nariz com o cotovelo.</li><li>Manter distância e não pegar na mão de pessoas doentes.</li><li>Tomar bastante líquido.</li><li>Manter uma alimentação balanceada.</li><li>Tomar vacinas.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO DURANTE O INVERNO</h2>



<p>A alimentação saudável e a prática de exercícios físicos ajudam a fortalecer o sistema imunológico, dificultando a ação de vírus e bactérias. Esses hábitos devem ser rotineiros, mas, no inverno, ganham mais atenção.</p>



<p>Um cardápio para ajudar no combate às doenças típicas de inverno deve ser variado e rico em vitaminas, principalmente C, e minerais. Os alimentos mais indicados são:</p>



<ul><li>Frutas cítricas como laranja, tangerina e acerola.</li><li>Alho.</li><li>Gengibre.</li><li>Couve.</li><li>Cenoura.</li><li>Cogumelo shitake.</li><li>Mel.</li></ul>
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		<item>
		<title>CUIDADO COM A SINUSITE DURANTE O OUTONO/INVERNO!</title>
		<link>https://centrodeotorrinobh.com.br/cuidado-com-a-sinusite-durante-o-outono-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Medtarget Agência Marketing Médico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 10:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[dor de cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[sinusite]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a queda da temperatura e a chegada do outono/inverno, muitas pessoas iniciam sintomas como secreção e obstrução nasal, principalmente quem sofre com rinite e sinusite. Isso acontece porque a baixa temperatura faz com o nariz se proteja “inchando” internamente, o que ocasiona a contaminação nos mucos dos seios da face.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a queda da temperatura e a chegada do outono/inverno, muitas pessoas iniciam sintomas como secreção e obstrução nasal, principalmente quem sofre com rinite e sinusite. Isso acontece porque a baixa temperatura faz com o nariz se proteja “inchando” internamente, o que ocasiona a contaminação nos mucos dos seios da face.</p>



<p>Medidas simples como lavagem das narinas com soro fisiológico aliviam os sintomas. Porém, em alguns casos, há evolução para a sinusite, necessitando de tratamento medicamentoso e, em casos crônicos, cirurgia para drenagem da secreção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PRINCIPAIS SINTOMAS DA SINUSITE</h2>



<ul><li>Dor na face, especialmente nas maçãs do rosto, ao redor do nariz e em volta dos olhos.</li><li>Dor de cabeça.</li><li>Corrimento e congestão nasal.</li><li>Tosse, principalmente ao deitar.</li><li>Febre e mal-estar.</li><li>Dor ou irritação na garganta.</li><li>Dificuldade em dormir e ronco.</li><li>Mal hálito.</li><li>Inflamação do ouvido.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">SAIBA DIFERENCIAR A DOR DE CABEÇA DA SINUSITE</h2>



<p>A sinusite é conhecida pela dor atrás do osso do supercílio e/ou maçãs do rosto. Mas a dor de cabeça também é sintoma de outras doenças, como:</p>



<ul><li>Tensão: a dor é como uma faixa apertando a cabeça.</li><li>Enxaqueca: náuseas, alterações visuais e dor forte.</li><li>Cefaleia: a dor é dentro e/ou em torno de um olho.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">SINUSITE X RINITE</h2>



<p>Apesar da semelhança no nome e em alguns sintomas, rinite e sinusite são dois tipos diferentes de inflamação, que podem ocorrer juntas ou de forma isolada.</p>



<p>Em muitos casos, a rinite provoca a sinusite.</p>



<p>Conheça as principais diferenças entre essas doenças!</p>



<h2 class="wp-block-heading">SINUSITE</h2>



<ul><li>É a inflamação das mucosas dos seios da face.</li><li>Quando crônica, pode apresentar sintomas mais leves por 3 meses ou mais.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">RINITE</h2>



<ul><li>É a inflamação das mucosas do nariz.</li><li>Os principais sintomas são: coceira no nariz, coriza, obstrução nasal, espirro, dor de cabeça, coceira nos olhos.</li><li>As principais causas são alergia, gripe e outras infecções.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">SINUSITE CRÔNICA OU FÚNGICA?</h2>



<h2 class="wp-block-heading">SINUSITE CRÔNICA</h2>



<ul><li>Obstrução nasal.</li><li>Catarro purulento, sanguinolento.</li><li>Dificuldade de excreção permanentes.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">SINUSITE FÚNGICA</h2>



<ul><li>Acontece quando os fungos se alojam na cavidade nasal, formando uma “bola”.</li><li>Pode levar a complicações graves.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">SINUSECTOMIA ENDOSCÓPICA</h2>



<p>Os seios da face são cavidades ósseas revestidas por uma membrana mucosa e preenchidas por ar. As sinusites nada mais são do que processos inflamatórios dos seios da face, muitas vezes ligados a infecções respiratórias.</p>



<p>A cirurgia endoscópica sinusial proporciona melhor controle da doença, aliado a recuperação rápida para o paciente.</p>



<p>O uso do endoscópio e a melhor compreensão da patogênese da sinusite permite o reestabelecimento da correta ventilação dos seios, ampliando seus óstios naturais de drenagem, evitando a ressecção excessiva dos tecidos, o que facilita a cicatrização.</p>



<p>Ela é realizada com o paciente sob anestesia geral e é inteiramente realizada pelas narinas, não havendo cortes ou cicatrizes externas.</p>



<p>Em caso de um ou vários sintomas de sinusite, procure um otorrino. Lembre-se de que a demora pode prejudicar o caso. O tratamento também é individual, variando de acordo com o tipo de sinusite e o estado do paciente.</p>
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		<item>
		<title>EXAMES REALIZADOS POR UM OTORRINO</title>
		<link>https://centrodeotorrinobh.com.br/exames-realizados-por-um-otorrino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Medtarget Agência Marketing Médico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 11:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[fibronasolaringoscopia]]></category>
		<category><![CDATA[Otorrino]]></category>
		<category><![CDATA[Videoendoscopia nasosinusal]]></category>
		<category><![CDATA[Videofaringolaringoscopia]]></category>
		<category><![CDATA[Videolaringoestroboscopia]]></category>
		<category><![CDATA[Videolaringoscopia]]></category>
		<category><![CDATA[Videonasoscopia]]></category>
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					<description><![CDATA[Assim como acontece com outras especialidades médicas, a consulta com um otorrino deve ser periódica. Conheça os principais exames realizados por esses profissionais e a importância deles! FIBRONASOLARINGOSCOPIA O exame de fibronasolaringoscopia tem o objetivo de analisar o estado do nariz, da faringe e da laringe, regiões conhecidas como vias aéreas altas. Por meio da&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Assim como acontece com outras especialidades médicas, a consulta com um otorrino deve ser periódica. Conheça os principais exames realizados por esses profissionais e a importância deles!</p>



<h2 class="wp-block-heading">FIBRONASOLARINGOSCOPIA</h2>



<p>O exame de fibronasolaringoscopia tem o objetivo de analisar o estado do nariz, da faringe e da laringe, regiões conhecidas como vias aéreas altas.</p>



<p>Por meio da introdução, pelas vias nasais, de um aparelho chamado endoscópio, é possível obter imagens da mucosa e das estruturas da região. Os tubos do aparelho são flexíveis e se adaptam aos locais que passam, sem causar grandes incômodos ao paciente.</p>



<p>O resultado desse tipo de exame serve para que o médico otorrinolaringologista faça o diagnóstico de doenças como rinite, sinusite, faringite, desvio do septo, distúrbios de olfato e tumores. Também é utilizado para identificar causas de rouquidão e sangramentos nasais e confirmar a apneia do sono.</p>



<p>A fibronasolaringoscopia pode ser realizada em pessoas de todas as idades, sem a exigência de preparo anterior. O procedimento não é dolorido, já que o médico aplica uma anestesia local, e bem rápido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">VIDEOENDOSCOPIA NASOSINUSAL</h2>



<p>Também é chamado de videoendoscopia, nasofibroscopia e endoscopia nasal, esse é o exame endoscópico que avalia as estruturas internas da cavidade nasal e da região posterior ao nariz (rinofaringe). Como é feito:</p>



<ul><li>Para realizar o exame, um pequeno endoscópio é introduzido nas narinas do paciente.</li><li>Com o auxílio de uma câmera acoplada no aparelho, as imagens são projetadas em um monitor. Desta forma, o médico faz uma análise da região do assoalho e teto da cavidade nasal, tubas auditivas, adenoides e septo nasal.</li><li>Todo o procedimento é realizado com o paciente acordado e sentado.</li><li>Para minimizar o desconforto e evitar o refluxo, é aplicado um anestésico local em spray no nariz antes de iniciar o procedimento.</li><li>O endoscópio utilizado pode ser de fibra ótica rígida ou flexível, dependendo de cada caso e necessidade, como em crianças.</li><li>O exame é realizado no próprio consultório do otorrinolaringologista.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">INDICAÇÃO DA VIDEOENDOSCOPIA</h2>



<ul><li>Obstrução nasal.</li><li>Desvio de septo nasal.</li><li>Rinite.</li><li>Sinusite.</li><li>Pólipo.</li><li>Sangramento nasal.</li><li>Adenoide aumentada.</li><li>Perviedade das tubas auditivas.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">VIDEOLARINGOSCOPIA</h2>



<p>Exame realizado para avaliar a morfologia das estruturas da garganta, que não podem ser visualizadas em exame normal sem aparelhos. O exame é realizado da mesma forma que a videoendoscopia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">VIDEOLARINGOESTROBOSCOPIA</h2>



<p>É o mesmo exame que a videolaringoscopia, entretanto, mais refinado. Realizado com uma luz estroboscópica que permite avaliar movimentos em “câmera lenta”, o exame de permite obter detalhes mais precisos, o que seria impossível perceber através do exame convencional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">VIDEOFARINGOLARINGOSCOPIA</h2>



<p>Também é um exame de imagem, realizado para observar a garganta, a faringe, a laringe e as pregas vocais, além de avaliar as funções de respiração e de deglutição (engasgos). É indicado em casos de:</p>



<ul><li>Rouquidão persistente.</li><li>Disfonia.</li><li>Dor na garganta prolongada.</li><li>Tosse persistente.</li><li>Sensação de existência de corpo estranho na garganta.</li><li>Desconforto durante a respiração.</li><li>Ronco.</li><li>Seguimento oncológico.</li><li>Avaliação pré-operatória.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">VIDEONASOSCOPIA</h2>



<p>Exame realizado para observar as cavidades nasais e rinofaringe: cornetos inferiores, septo nasal e médio adenoide. É indicado para identificar possíveis lesões na boca, na faringe e na laringe.</p>



<p>As indicações da videonasoscopia são semelhantes às da videofaringolaringoscopia (citadas acima). Além disso, o exame avalia:</p>



<ul><li>Rinite.</li><li>Obstrução nasal.</li><li>Apneia do sono.</li><li>Refluxo laringe-faringe (pigarro).</li><li>Sensação de falta de ar.</li></ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CORONAVÍRUS: COMO SE PREVENIR!</title>
		<link>https://centrodeotorrinobh.com.br/coronavirus-como-se-prevenir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Medtarget Agência Marketing Médico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 23:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
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					<description><![CDATA[Infelizmente, o coronavírus já é realidade no Brasil, com mortes confirmadas. Confira nossas dicas e fique alerta! Ao tossir e espirrar, cubra a boca e o nariz. Utilize lenço descartável para a higiene nasal. Lave as mãos em seguida. Lave as mãos com frequência, principalmente após o contato com pessoas doentes. Para a higiene das&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Infelizmente, o coronavírus já é realidade no Brasil, com mortes confirmadas. Confira nossas dicas e fique alerta!</p>



<ul><li>Ao tossir e espirrar, cubra a boca e o nariz.</li><li>Utilize lenço descartável para a higiene nasal. Lave as mãos em seguida.</li><li>Lave as mãos com frequência, principalmente após o contato com pessoas doentes.</li><li>Para a higiene das mãos, utilize água e sabão, além do álcool em gel se possível.</li><li>Evite o contato com pessoas que estão com infecção respiratória, tosse ou febre.</li><li>Mantenha o ambiente sempre bem ventilado.</li><li>Não compartilhe objetos pessoais, como travesseiros, escovas de dente, talheres, pratos ou copos.</li><li>Evite esfregar os olhos e tocar a boca e o nariz.</li><li>Em caso de febre, tosse ou dificuldade para respirar, procure atendimento médico e informe sobre viagens recentes.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">SINTOMAS DO CORONAVÍRUS</h2>



<ul><li>Febre: comum.</li><li>Cansaço: às vezes.</li><li>Tosse: comum (geralmente seca).</li><li>Espirros: raro.</li><li>Dor de garganta: às vezes.</li><li>Diarreia: raro.</li><li>Dor de cabeça: às vezes.</li><li>Falta de ar: às vezes.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">OBSERVAÇÕES</h2>



<ul><li>Idoso = isolamento.</li><li>Escolas = é melhor fechar.</li><li>Máscaras = restritas ao pessoal da área de saúde e pessoas com sintomas de gripe e outras doenças.</li><li>Teste = só em caso suspeito.</li><li>Hospital = suspeita + febre + falta de ar.</li><li>Viajante de qualquer lugar = isolamento por 7 dias.</li><li>Viajante de lugar epidêmico = isolamento por 14 dias.</li><li>Evento = ZERO.</li><li>Gripados = não visitar idoso.</li></ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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